Para falarmos do DF é preciso que retomemos ao tempo da Estrada do Sal. Uma rota de Bandeirantes que ligava a cidade de Goiás/GO a Salvador/BA, no século XVIII e XIX, antes da primeira República brasileira. O Estado de Goiás era um entreposto comercial entre todas as partes do Brasil, em que o Sul mandava charque e o Nordeste mandava sal, enquanto que a Goiás cabia oferecer seus minérios findantes, inflando os cofres públicos de uma nação extrativista e, até bem pouco, escravista e imperial. À época, nossa capital situava-se no Estado do RJ, mas com projeto de mudança que visava levá-la para dentro do território, rumo ao Planalto, bem como hoje o é. Nessa estrada do tempo muita coisa se passou. Brasília surge em meio a um processo histórico peculiar do Brasil, encadeado aos interesses de um Estado quebradiço e, principalmente, autoritário por herança. Ver mais em: http://docs.google.com/View?id=ddkb9ttk_101hn9frsdf Imagem e história da Faz Campo Belo/GO: http://www.omaisposi...
Texto publicado originalmente em: http://www.faculdadefortium.com.br/silvino_morais/index.php Fora construído sobre a cultura brasileira, ao longo dos séculos, um preconceito contra o Ser índio, isso é bem verdade quando se vê falar em ausência de educação bilíngüe nas instituições de ensino formal do país. Pode-se afirmar que a formalização do ensino não contou com a cultura sociolingüística dos Tupi, por exemplo, nas salas de aula a enriquecer a mente das crianças. Em certa época, no Brasil, o idioma indígena fora ensinado em sala de aula, deixando as crianças paulistanas com uma oportunidade única: saber o que é Ser índio. Hoje, ninguém ouve falar da ampliação da língua indígena nas instituições de ensino fundamental brasileiras, porque ser uma pessoa na selva, no cerrado, na caatinga e nos pântanos é desinteressante !? Ou é não querer sentir esse algo a mais da cultura índia brasileira correndo no nosso corpo? Uma cultura rica, forte e solidificada em instituições próprias, tal se ...
DIPLOMATAS Em que faz do mundo a sua opção de vida. Nessa longa caminhada a Senda fez do seu meio-mundo uma estrada nos céus do vai-e-vem. Veio deixando saudades, móveis, heranças e costumes aos seus e aos outros. Lágrimas de amor nessa dupla jornada de ir ser um e voltar a ser aquele outro. Ver mais em: http://docs.google.com/Doc?id=ddkb9ttk_70hmwbxffh
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